Controle, ameaças, humilhações, isolamento, retenção de dinheiro, perseguição e relações sexuais sem consentimento também são formas de violência doméstica. A mulher não precisa esperar que a situação se agrave para buscar ajuda.
Em todas as situações, é possível registrar Boletim de Ocorrência e, em caso de emergência, acionar a Polícia Militar e solicitar medidas protetivas. O atendimento também pode ser feito nas Casas da Mulher Brasileira, Cearense ou Municipal e nas delegacias, especializadas ou comuns.
A Defensoria Pública oferece atendimento jurídico e psicossocial, orientando sobre direitos, solicitando medidas protetivas de urgência e atuando em questões como divórcio, guarda dos filhos, pensão alimentícia e dissolução de união estável.
Além disso, realiza orientação, acolhimento e encaminhamento para a rede de proteção. Existem espaços destinados exclusivamente ao atendimento de mulheres vítimas de violência, e delegacias especializadas em Fortaleza e em outras sete cidades do Ceará.
As medidas protetivas são criadas para proteger mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, podendo obrigar o agressor a manter distância, se afastar do lar, não entrar em contato com a vítima, familiares e testemunhas, entre outras determinações.