quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Postado emAgro, Ceará

Sindialimentos orienta indústrias sobre conformidade regulatória em palestra

Sindialimentos orienta indústrias sobre conformidade regulatória em palestra
Sindialimentos orienta indústrias sobre conformidade regulatória em palestra
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Empresários e representantes da indústria de alimentos participaram, na terça-feira (28/07), na Casa da Indústria, da palestra “Regularizar para Crescer: O Mapa de Conformidade da Indústria de Alimentos”, promovida pelo Sindicato das Indústrias da Alimentação e Rações Balanceadas no Estado do Ceará (Sindialimentos). O encontro reuniu empresas associadas para apresentar as principais mudanças na legislação do setor, esclarecer os requisitos de licenciamento, rotulagem e fiscalização e orientar as empresas sobre como manter a conformidade regulatória para crescer com segurança.

Ministrada por Dafné Didier, diretor de Assuntos Regulatórios e Pesquisa da Regoola, a palestra apresentou uma visão prática sobre as mudanças nas leis que impactam o segmento e ofereceu orientações para que as empresas se adequem às exigências legais e reduzam riscos.

Para o presidente do Sindialimentos, Isaac Matos Bley, disseminar conhecimento sobre o ambiente regulatório contribui para fortalecer a competitividade da indústria cearense. “Manter a indústria em conformidade é investir no futuro do negócio. Nossa intenção com essa palestra é aproximar os empresários das principais exigências regulatórias e mostrar que é possível transformar a legislação em uma aliada do crescimento”, afirmou.

A apresentação foi estruturada a partir de um mapa de conformidade regulatória, organizado em quatro pilares: licenciamento, fiscalização, rotulagem e gerenciamento de riscos. Segundo Didier, o licenciamento representa o primeiro passo para a atuação regular da indústria, enquanto a rotulagem é o principal instrumento de comunicação com o consumidor, especialmente diante das mudanças previstas na legislação que entrarão em vigor em 2027.

O especialista destacou que a fiscalização deve ser compreendida como um mecanismo de orientação e melhoria contínua, e não apenas como uma ação punitiva. “A conformidade precisa ser encarada como parte da estratégia da empresa”, explicou. Ele ressaltou ainda que a gestão de riscos é indispensável para estabelecer prioridades e definir planos de ação capazes de corrigir eventuais não conformidades de forma planejada, reduzindo a exposição das empresas a penalidades e prejuízos financeiros.

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