Mesmo em pleno período de campanha eleitoral, os vereadores de Canindé têm comparecido em peso às sessões legislativas, reforçando o compromisso com os deveres parlamentares e a fiscalização do uso dos recursos públicos. A presença constante visa garantir que as demandas da população sejam debatidas e cobradas, mesmo com as restrições impostas pela legislação eleitoral.
Durante o período eleitoral, o funcionamento das Câmaras Municipais e a atuação dos parlamentares passam por restrições severas ditadas pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e por resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assegurando a igualdade na disputa. Apesar disso, os edis canindeenses têm mantido a rotina de trabalho.
“Não estamos aqui para cumprir presença ou assistir passivamente aos problemas de Canindé. O povo nos elegeu para cobrar, para fiscalizar e para exigir que o dinheiro público retorne em melhorias reais para os bairros. Cada minuto nesta tribuna é uma trincheira em defesa do cidadão.”, frisa o vereador Chico Justa.
O vereador Júnior Castelo destacou a urgência das demandas: “Uma sessão ordinária, só existe no calendário, porque a realidade do nosso povo lá fora exige urgência. Quem está nas ruas sofrendo não quer saber se a sessão é ordinária ou extraordinária, quer ver o vereador usando a voz para mudar a vida da comunidade. E foi exatamente isso que fizemos aqui hoje.”, salienta.
SG Nascimento reforçou a cobrança ao Executivo: “Nossos discursos hoje carregam o sentimento de indignação das famílias de Canindé. Não vamos recuar enquanto as respostas não chegarem. A Câmara cumpriu o seu papel de debater e emparedar os problemas; agora o governo municipal precisa fazer a parte dele e agir rápido.”
A presidente da Câmara Municipal de Canindé, Karlinda Coelho, encerrou destacando a união dos parlamentares: “As discussões de hoje mostram a força deste parlamento. Independentemente de partido, quando o assunto é o futuro de Canindé, o debate ganha corpo, os discursos se transformam em realidade e a cobrança é implacável. Nós não vamos nos calar diante das necessidades da nossa gente.”
